Vamos falar da Manu SEM o batata então.
A Manu sem o Batata sorri, brinca, pula e fala daquele jeito como se estivesse 24 horas interpretando uma peça de teatro que misturava comédia e drama tudo na mesma frase.
A Manu sem o Batata sai com o João. Enjoa do João, sai com o Breno. Odeia o Breno, sai com aquele outro gordinho que eu esqueci o nome. Manu nem sabe porque saiu com ele e então não atende mais suas ligações. A Manu percebe então que ela É o Batata.
Mas ela não conseguia ser o Batata quando estava com o Batata. (É, não deu pra não falar dele..)
O Batata era feio (desculpa, Manu), era um tremendo dum babaca e a tratava daquele modo que as amigas falavam "Sai dessa, menina".
A diferença do Batata para João, Breno, o Gordinho e tantos outros antes e depois dele é que aquele menina linda, loira, inteligente e fenomenal, falava dele chorando, e dos outros, falava rindo.
E o Batata tinha outra. Outra, outra e mais outra. E a Manu sempre era uma dessas "outras" que vinham depois do "aquelazinha". E ela sentia um prazer quase que macabro em curtir sua dor enquanto dizia "Ele estava com a Fulana".
O Batata não lambia o chão por onde ela passava, e era isso que ela gostava.
Manu adorava estar sendo desafiava por aquele serzinho escroto e acabou tão viciada nisso, que de uma forma um tanto quanto estranha, o Batata acabou fazendo parte de todas nós. Eu já não me via mais sem conseguir não correr até a Manu nos intervalos das aulas, para entrar no msn e ouvir as novas do Batata.
A gente sentava e conversava e eram 30 minutos de lavagem cerebral:
O Batata, Batata, Batata...
Deus do céu!!
E era tão fácil estar de fora e pensar "É exatamente isso que eu não quero pra minha vida", mas que na verdade era o que eu e mais o resto das meninas mais queríamos.
A Manu não era mais uma otária. Era alguém que caiu de amores, sem motivo, sem nem saber direito quando. E não importava se foi pelo bonzinho ou pelo cara que não valia nada, ela simplesmente não enxergava mais nada na sua frente, além do cara que ela conseguiu montar com tudo o que ela sempre quis, e inventou um alguém que não existe e o chamou de Batata.
Enfim, no final, foi como todas nós sabíamos que seria: O Batata não ficou com ela.
E não era porque ele não sabia da mulher maravilhosa que a Manu era. Ele sabia e com certeza sabe até hoje, mas a Manu era pra ele, o que o João, o Breno e o Gordinho foram para ela: Nada.
A Manu sem o Batata sorri, brinca, pula e fala daquele jeito como se estivesse 24 horas interpretando uma peça de teatro que misturava comédia e drama tudo na mesma frase.
A Manu sem o Batata sai com o João. Enjoa do João, sai com o Breno. Odeia o Breno, sai com aquele outro gordinho que eu esqueci o nome. Manu nem sabe porque saiu com ele e então não atende mais suas ligações. A Manu percebe então que ela É o Batata.
Mas ela não conseguia ser o Batata quando estava com o Batata. (É, não deu pra não falar dele..)
O Batata era feio (desculpa, Manu), era um tremendo dum babaca e a tratava daquele modo que as amigas falavam "Sai dessa, menina".
A diferença do Batata para João, Breno, o Gordinho e tantos outros antes e depois dele é que aquele menina linda, loira, inteligente e fenomenal, falava dele chorando, e dos outros, falava rindo.
E o Batata tinha outra. Outra, outra e mais outra. E a Manu sempre era uma dessas "outras" que vinham depois do "aquelazinha". E ela sentia um prazer quase que macabro em curtir sua dor enquanto dizia "Ele estava com a Fulana".
O Batata não lambia o chão por onde ela passava, e era isso que ela gostava.
Manu adorava estar sendo desafiava por aquele serzinho escroto e acabou tão viciada nisso, que de uma forma um tanto quanto estranha, o Batata acabou fazendo parte de todas nós. Eu já não me via mais sem conseguir não correr até a Manu nos intervalos das aulas, para entrar no msn e ouvir as novas do Batata.
A gente sentava e conversava e eram 30 minutos de lavagem cerebral:
O Batata, Batata, Batata...
Deus do céu!!
E era tão fácil estar de fora e pensar "É exatamente isso que eu não quero pra minha vida", mas que na verdade era o que eu e mais o resto das meninas mais queríamos.
A Manu não era mais uma otária. Era alguém que caiu de amores, sem motivo, sem nem saber direito quando. E não importava se foi pelo bonzinho ou pelo cara que não valia nada, ela simplesmente não enxergava mais nada na sua frente, além do cara que ela conseguiu montar com tudo o que ela sempre quis, e inventou um alguém que não existe e o chamou de Batata.
Enfim, no final, foi como todas nós sabíamos que seria: O Batata não ficou com ela.
E não era porque ele não sabia da mulher maravilhosa que a Manu era. Ele sabia e com certeza sabe até hoje, mas a Manu era pra ele, o que o João, o Breno e o Gordinho foram para ela: Nada.
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